Coreia Sul, Seul #1

Ficámos alojados em Insadong, um dos bairros mais emblemáticos de Seul, conhecido por preservar o lado mais tradicional da cultura coreana no coração da moderna capital. As suas ruas e vielas estão repletas de galerias de arte, lojas de artesanato, casas de chá tradicionais e pequenas bancas que vendem produtos típicos, tornando-o um local ideal para descobrir a história, a arte e os costumes da Coreia.

O ambiente tranquilo e autêntico de Insadong contrasta com os bairros mais modernos da cidade, oferecendo aos visitantes uma experiência única onde o passado e o presente coexistem harmoniosamente.

Logo após deixar as malas no hotel fomos visitar Jogyesa, o principal templo da Ordem Jogye, a maior escola do budismo coreano, e constitui um importante centro espiritual no coração de Seul. Apesar de estar rodeado por edifícios modernos e ruas movimentadas, o templo oferece um ambiente de serenidade e contemplação, com os seus pavilhões coloridos, lanternas decorativas e árvores centenárias. Particularmente bonito durante as celebrações budistas, como o aniversário de Buda, o Jogyesa proporciona aos visitantes uma oportunidade única de conhecer de perto as tradições religiosas e culturais da Coreia do Sul.

Após a visita do templo fomos caminhar por Bukchon Hanok Village, um dos locais mais encantadores de Seul, preservando centenas de hanok, as tradicionais casas coreanas que remontam à dinastia Joseon. Situado entre os palácios de Gyeongbokgung e Changdeokgung, este bairro histórico oferece um fascinante vislumbre da Coreia de antigamente, com ruas estreitas, telhados de cerâmica e vistas pitorescas sobre a cidade. Ainda habitado por residentes, Bukchon combina património, cultura e autenticidade, permitindo aos visitantes apreciar a arquitetura tradicional coreana enquanto observam o contraste único entre o passado e os modernos arranha-céus de Seul. Para preservar a tranquilidade dos moradores, algumas áreas do bairro estão sujeitas a restrições, sendo recomendado explorar a zona entre as 10:00 e as 17:00, horário durante o qual a maioria dos visitantes é incentivada a circular pelas ruas e miradouros mais populares.

Fizemos uma paragem numa casa que funciona como museu e miradouro, paga-se uma pequena quantia para entrar mas dá acesso a uma bebida.

Depois desta visita tivemos de fazer um trajeto diferente de regresso ao hotel porque já passava das 17 horas e já não se podia andar pelo bairro.

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