O dia foi passado na zona de Városliget, entre os banhos de Széchenyi, o jardim zoológico e o Castelo de Vajdahunyad. Depois das visitas mais centradas na história da cidade, começámos dentro de água e continuámos por espaços onde a arquitetura se mistura com jardins e lagos.

Uma manhã nos banhos de Széchenyi
Em Széchenyi, as fachadas amarelas envolviam as piscinas e davam aos banhos um cenário pouco parecido com uma piscina comum. O complexo abriu em 1913, integrando a longa relação de Budapeste com as águas termais. Ali, essa tradição fazia parte de um espaço que estávamos a usar, e não apenas a observar.
Passámos pelos interiores e pelas piscinas, entre momentos na água e fotografias em família. As fontes e os elementos decorativos continuavam presentes à volta dos banhistas. Mesmo dentro de água, havia sempre qualquer coisa na arquitetura que puxava o olhar para a margem.




Pelo jardim zoológico
Seguimos para o jardim zoológico. O percurso começou por ambientes de escala mais pequena, como o aquário, onde os peixes se moviam entre as anémonas, e continuou pelos répteis e pelos espaços exteriores.
A visita também incluía edifícios que mereciam atenção por si próprios. A Casa dos Elefantes, com a sua decoração, fazia parte dessa descoberta. Depois vieram os elefantes, os hipopótamos e o momento com o leão-marinho e o tratador. A variedade dos animais e dos espaços foi marcando as diferentes paragens.






À volta do Castelo de Vajdahunyad
Continuámos pelo parque até ao Castelo de Vajdahunyad. Passámos pela entrada e percorremos os seus exteriores, entre a capela, os arcos e as fachadas trabalhadas. A sucessão de formas dava ao conjunto um aspeto diferente consoante o ponto de onde o observávamos.



Junto ao lago, o enquadramento tornou-se mais amplo. Depois dos pormenores vistos de perto, a água e a vegetação permitiam olhar o castelo como um conjunto. Foi uma das vistas que melhor reuniu a arquitetura e o parque naquele dia.

Pela Praça dos Heróis
O passeio continuou até à Praça dos Heróis. As fachadas monumentais em redor e a coluna central voltaram a abrir o espaço, depois dos caminhos do parque. Ficámos pelo exterior, a observar a praça e o modo como os seus elementos se dispõem à volta de quem a atravessa.
Terminámos o passeio numa alameda arborizada. Depois do espaço aberto da praça, voltámos a caminhar entre árvores, ainda nesta zona verde de Budapeste.



Városliget tinha-nos ocupado o dia com atividades bastante diferentes. Os banhos foram uma experiência própria da cidade; o jardim zoológico e o passeio pelo castelo completaram um percurso vivido sobretudo ao ar livre.