Infelizmente tudo o que é bom acaba depressa. Para a despedida passámos a manhã na praia a tomar os últimos banhos, apesar da manhã ter começado chuvosa acabou por ficar bastante solarenga.


Após almoço na praia rumámos a Stone Town, capital de Zanzibar, onde fomos fazer um passeio cultural pela cidade.
Começámos por visitar o mercado principal onde outrora o Sultão proibira a entrada a negros.


Aqui pode-se comprar carne, peixe, fruta, vegetais e especiarias.





Deambulámos pelas ruas da parte antiga da cidade cuja arquitectura se parece a uma Medina, ruas muito estreitas em que facilmente nos perdemos.

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Algumas casas ostentam portas estilo árabe ou indiano, consoante a origem dos seus donos.


Ainda encontrámos um outro tipo de porta que indica uma casa publica do governo, que neste caso albergava órfãos.

Para descansar subimos a um terraço de um hotel onde bebemos uma água e observámos a cidade desde de cima.






De regresso à caminhada passámos pela casa onde viveu Freddie Mercury até aos 9 anos.

Agora o destino era um jardim público onde ao início se encontra um antigo palacete, a primeira casa a ter luz, água canalizada e elevador.


Daqui é possível ver o porto de Zanzibar.

Um pouco à frente está o forte construído pelos portugueses quando andaram por estas bandas, antes dos muçulmanos aqui chegarem.



Finalmente chegámos ao nosso destino final, o local onde antes existia o mercado de escravos.


Os escravos ficavam entre 2 a 3 dias neste espaço escuro e confinado, homens de um lado, mulheres e crianças de outro.


Antes de irem a leilão os escravos eram chicoteados, os que choravam eram considerados fracos, os outros seriam os mais fortes para trabalhar e o seu preço seria superior.
As mulheres eram vendidas a preços superiores, porque mais tarde podiam gerar novos escravos.
No local do leilão foi erigida uma igreja por um homem que lutou contra a escravatura.
Junto a este local foi criado um memorial em homenagem a todos os que sofreram durante a escravatura.


