Saímos novamente de Nusa Dua desta vez em direção a Taro. O percurso começou entre arrozais e levou-nos ao parque de elefantes de Taro. Depois, continuámos por Taman Ayun até chegar à costa de Tanah Lot.

Taro — No Elephant Safari Park
No Elephant Safari Park, passámos pela entrada e por um espaço de exposição onde estava montado um esqueleto de elefante. No exterior, os caminhos atravessavam jardins e conduziam à zona do lago, onde víamos outros visitantes a passar montados nos animais.



Assistimos também a uma demonstração com elefantes e tratadores. Os animais percorriam a área de apresentação e faziam diferentes exercícios, incluindo colocar uma bola num cesto. Foi uma das atividades que acompanhámos durante a visita ao parque.


Depois chegou a nossa vez de fazer o passeio. Seguimos sentados nas plataformas colocadas sobre os elefantes, com os tratadores à frente. O percurso passou por vegetação densa e terminou com uma passagem pela água.



De novo na estrada, voltámos a parar junto aos arrozais. Os patamares alagados refletiam o céu, separados por pequenas faixas de terra e erva. A paisagem agrícola acompanhou esta parte do dia antes da visita seguinte.

Taman Ayun — Jardins, água e torres
Em Mengwi, visitámos Taman Ayun, o templo real integrado na paisagem cultural do sistema de irrigação subak, reconhecida pela UNESCO em 2012. Essa ligação entre água, agricultura e espaços religiosos ajudava a enquadrar a passagem dos arrozais para o templo.
O acesso atravessava jardins abertos, com relvados, árvores e um pequeno tanque com fonte. Mais adiante, o pórtico de tijolo e pedra assinalava a passagem para outra zona do conjunto.


Seguimos pelo caminho junto ao recinto interior, observando as torres de telhados sobrepostos e os tecidos amarelos e brancos que envolviam alguns santuários. O canal criava uma separação entre o percurso de visita e as construções, permitindo acompanhar a sua sequência ao longo da água.


Tanah Lot — O templo junto à rebentação
Continuámos até Tanah Lot. A costa voltou a ocupar o centro do passeio, agora com o templo sobre uma formação rochosa diante de nós. As ondas batiam na base da rocha, e havia muitos visitantes a circular pela zona de acesso.
Caminhámos pela área junto ao templo e pelos percursos na costa. De perto, víamos as cavidades abertas na pedra; de um ponto mais alto, conseguíamos enquadrar o conjunto com o mar em redor e os visitantes na passagem inferior.



Mais adiante, vimos Batu Bolong, com o seu arco natural aberto sob a rocha. A vegetação e as pequenas construções ficavam por cima, enquanto o mar atravessava a abertura. Ficámos por este trecho da costa, passando das vistas mais amplas para os recortes das falésias.


O percurso terminava assim junto ao mar, depois dos elefantes de Taro, dos arrozais e dos jardins de Taman Ayun.