No último dia em Praga fizemos um passeio mais curto pela Cidade Velha. Voltámos a lugares já conhecidos, mas começámos por dar atenção às bancas do mercado Havelský. Entre fruta, legumes e as últimas ruas do centro, a despedida foi feita a pé.

As cores do mercado Havelský
O mercado ocupava uma sucessão de bancas ao longo da rua. Havia legumes alinhados junto a balanças e caixas de fruta com os preços escritos à mão. Aproximámo-nos para observar os produtos e os pequenos conjuntos de cores que formavam sobre os balcões.
A história do mercado remonta ao século XIII. Naquela manhã, porém, eram os detalhes mais simples que guiavam o passeio: os pimentos amarelos e vermelhos, os pepinos e as caixas de morangos e cerejas. Depois dos palácios, museus e salas de espetáculo, o mercado mostrava-nos outra escala da cidade.



Voltar às ruas conhecidas
Seguimos novamente até à Ponte Carlos, do lado da Cidade Velha. A passagem já tinha referências familiares: a torre, os edifícios junto à água e o movimento de quem entrava na ponte.
De volta às ruas, continuámos entre fachadas e lojas. O percurso não tinha a extensão dos dias anteriores, mas permitiu voltar a alguns dos lugares que tinham acompanhado a viagem desde o início.


Um último olhar para o relógio
Passámos por ruas estreitas e por um arco entre edifícios antes de regressar ao Relógio Astronómico. Desta vez, detivemo-nos no calendário e nas figuras que o rodeiam, um detalhe que completava as vistas mais amplas dos outros dias.
A despedida ficou ligada a estas pequenas paragens: uma banca de mercado, uma rua reconhecida, um pormenor numa fachada. Depois de quatro dias entre as duas margens do Vltava, terminámos o passeio na Cidade Velha, onde Praga nos tinha recebido.

