Começámos o nosso circuito pelo Sri Lanka entre barcos coloridos, palmeiras e ruas cheias de movimento. Éramos dois, num percurso privado com um motorista que era também o nosso guia. Colombo foi a primeira etapa urbana, feita de templos, edifícios públicos e sucessivos encontros com a água.

Entre o trânsito e os templos
Dos barcos amarrados junto à margem passámos para ruas onde os tuk-tuks circulavam entre autocarros e lojas. Pelo caminho, vimos uma igreja católica e uma grande estupa branca. Estes primeiros encontros com edifícios religiosos aconteceram a partir da rua, no meio da vida quotidiana da cidade.



Na zona de Fort, as colunas do antigo Parlamento contrastavam com as torres do World Trade Center. Vistos em conjunto, os edifícios davam ao passeio duas escalas muito diferentes: a fachada baixa e solene junto à avenida e os blocos modernos que se elevavam por trás.


Colombo diante do Índico
Em Galle Face, o espaço abria-se ao mar. As ondas chegavam ao muro do passeio e cobriam boa parte da faixa de areia. Do lado de terra, havia bancas de comida, vendedores e pessoas a circular junto ao relvado. Caminhámos por esta frente marítima, com o Galle Face Hotel a marcar uma das suas extremidades.







O regresso às ruas trouxe novamente fachadas comerciais, trânsito e uma torre de templo hindu coberta de figuras coloridas. A proximidade entre estes espaços de culto e as lojas fazia parte do percurso, sem ser preciso sair dos eixos mais movimentados para os encontrar.



Voltámos a ver água junto ao lago Beira. Do outro lado, o pavilhão de Seema Malaka parecia pousado sobre o lago; mais perto da margem, um pelicano nadava diante de nós. Ficámos pela vista do exterior, com os edifícios da cidade a aparecer por trás das árvores.





Edifícios públicos e memória da independência
Continuámos por uma zona de avenidas e recintos mais amplos. Passámos diante do Museu Nacional de Colombo e do teatro Nelum Pokuna. Do museu vimos o edifício branco por detrás da vedação; o teatro apresentava uma fachada contemporânea, com a estrutura curva a sobressair sobre a entrada.


O percurso levou-nos também ao Independence Memorial Hall, ao centro de conferências BMICH e à Câmara Municipal. No memorial, as escadas largas, os leões de pedra e o pavilhão de colunas davam forma a um espaço dedicado à independência do país. Mais adiante, voltámos a cruzar um edifício religioso, desta vez uma mesquita de fachada branca.






Foi um primeiro contacto com Colombo sobretudo pelas suas ruas e exteriores. Entre o mar de Galle Face, a água do Beira e os monumentos espalhados pela cidade, começava a ganhar forma o circuito que nos levaria depois para o interior da ilha.