O caminho para Kandy passou por plantas de especiarias, trabalho de pedras e jardins. Antes de seguir para sul, voltámos à zona do Templo Dourado de Dambulla, agora com uma vista frontal do grande Buda que se ergue sobre a entrada.






Uma paragem na região de Matale
Num jardim de especiarias da região de Matale, percorremos as plantas e acompanhámos demonstrações com os seus produtos. Vimos baunilha, canela e um fruto de cacau aberto, com as sementes e o pó apresentados lado a lado. A visita incluiu também a aplicação de um produto no braço, como parte da demonstração.






Noutra paragem do percurso, observámos o trabalho de lapidação de pedras. Junto à máquina, pudemos acompanhar de perto a demonstração. Havia ainda uma recriação da extração mineira, com figuras e ferramentas num cenário expositivo.




Pelos jardins de Peradeniya
Em Peradeniya, caminhámos entre canteiros, um lago e avenidas de árvores. Os bambus formavam conjuntos muito altos e densos; mais adiante, as palmeiras alinhadas acompanhavam um caminho que se prolongava quase em linha reta.
O passeio também se fazia de detalhes acima de nós. Nos ramos, havia numerosos morcegos pendurados. Continuámos até à zona da ponte suspensa e por caminhos onde a vegetação pendia sobre a passagem, criando uma cobertura irregular de folhas e raízes.






A chegada a Kandy e o espetáculo de danças
Em Kandy, vimos o lago de um ponto elevado, com os telhados e as colinas em redor. Depois, já mais perto das ruas, cruzámos uma imagem branca de Buda sob uma cobertura curva. A cidade seria o centro do resto do percurso desse dia.


Assistimos a um espetáculo de danças com vários números, figurinos e máscaras. Os músicos acompanhavam os dançarinos com tambores; no palco sucederam-se movimentos de grupo, equilíbrio de pratos e personagens mascaradas. A parte final decorreu no exterior, com fogo e tochas.






O Templo do Dente ao anoitecer
A visita ao Sri Dalada Maligawa aconteceu já com o exterior iluminado. O Templo do Dente guarda uma relíquia venerada pela tradição budista como um dente de Buda, e a presença de devotos dava ao recinto uma utilização muito concreta, para lá da sua arquitetura.

Entrámos por passagens cobertas de pintura decorativa e percorremos o interior entre visitantes e pessoas em oração. Junto ao santuário, havia flores dispostas em oferenda e gente reunida diante da porta. Mais adiante, vimos outras imagens de Buda e uma longa galeria de colunas, com pinturas nas paredes.









Foi no templo que fechámos este percurso por Kandy. Depois dos jardins e do espetáculo, o último espaço do dia foi um lugar de culto em atividade, com o movimento dos visitantes a cruzar-se com o dos devotos.