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Experiência

Malásia: Langkawi entre a praia e a SkyBridge

Malásia

Os últimos dias em Langkawi dividiram-se entre a praia e a montanha. Depois de Pulau Payar, ficámos algum tempo junto ao alojamento e subimos de teleférico até às vistas do Machinchang, onde atravessámos a SkyBridge.

A SkyBridge suspensa sobre a vegetação de Langkawi

Entre a areia e a vegetação

Começámos junto ao mar, na praia que acompanhava o alojamento. A baía e as encostas mantinham o mesmo enquadramento da chegada, mas desta vez houve tempo dentro de água. Perto das construções, também encontrámos um macaco, com a vegetação a prolongar-se até à zona onde estávamos instalados.

A caminho do teleférico

Mais tarde fomos ao Oriental Village. Antes da subida, percorremos os espaços junto ao lago, entre pontes, caminhos e edifícios coloridos. A montanha erguia-se logo por trás, antecipando o desnível que o teleférico iria vencer.

Entrámos na cabine e começámos a subir sobre a vegetação. O lago e os edifícios do Oriental Village foram ficando mais pequenos, enquanto a costa se abria ao longe. Durante a subida avistámos uma cascata entre as árvores; vimo-la do teleférico, sem fazer uma visita ao local.

A inclinação da encosta tornava-se mais evidente à medida que nos aproximávamos das estações superiores. Entre as cabines, a floresta ocupava quase todo o terreno, interrompida pelas rochas e pelas estruturas do próprio teleférico.

Langkawi vista das alturas

Nas plataformas de observação, mudámos de posição para acompanhar a linha de costa e os montes. O mar estendia-se para lá das baías, com áreas de luz a abrirem-se entre as nuvens. A praia, que até então tinha sido o centro destes dias, passava a integrar uma paisagem muito mais ampla.

Seguimos até à SkyBridge e atravessámos a ponte. O tabuleiro curvo contornava o vale, apoiado por cabos ligados a um único pilar. A estrutura permite caminhar acima da vegetação e mudar de perspetiva ao longo da curva, em vez de observar tudo a partir de um miradouro fixo.

A ponte tem 125 metros de comprimento. Ao percorrê-la, os cabos, as montanhas e a copa das árvores iam mudando de posição uns em relação aos outros. Parámos ao longo do tabuleiro antes de regressar à zona das plataformas e descer.

Mais uma manhã de praia

Na manhã seguinte voltámos à praia, entre as espreguiçadeiras e a água. O final desta estadia teve assim um ritmo mais simples, depois das deslocações do circuito e das visitas que nos tinham trazido desde Kuala Lumpur.

Langkawi fechou a viagem pela Malásia entre dois pontos de vista: o mar à altura da areia e a ilha vista do alto. Ficavam para trás os passeios urbanos, os templos e as plantações de chá, antes desta última pausa junto à água.

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